da alma não fujas, ó navegante generoso
que em poema se transforma a ausência do teu respirar
e em cadenciado desejo me fundo em profunda harmonia
no horizonte cintilante de um sorriso teu
desejando que a aurora luminosa te amanheça
no súbito raiar dos lábios rasgando a bruma que teima em esconder-te do sublime instante
em que o silêncio se instala na alma e um cântico se eleva nas alturas.
então, navegante destemido, deixa-te levar pelas ondas de paixão que te levam ao cais de onde se parte chegando.
aí me encontrarás, no ocaso do dia, alegremente escutando os teus passos no meu coração.
[ao pitos]
que em poema se transforma a ausência do teu respirar
e em cadenciado desejo me fundo em profunda harmonia
no horizonte cintilante de um sorriso teu
desejando que a aurora luminosa te amanheça
no súbito raiar dos lábios rasgando a bruma que teima em esconder-te do sublime instante
em que o silêncio se instala na alma e um cântico se eleva nas alturas.
então, navegante destemido, deixa-te levar pelas ondas de paixão que te levam ao cais de onde se parte chegando.
aí me encontrarás, no ocaso do dia, alegremente escutando os teus passos no meu coração.
[ao pitos]

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