segunda-feira, julho 11, 2005

Aura

se no auge da batalha
eu, guerreiro, esmorecer as forças sentir,
não deixar cair o ímpeto férreo desejarei.
ainda que breve o instante pareça,
na ilusão oblívoa em ecos toada,
no sonante horizonte do campo de batalha perdido me acho,
e ao coração do guerreiro em mim escondido apelo faço
que em me quedando esparso uno de corpo e alma possa eu permanecer
com o olhar distante encurtando o horizonte longínquo
do mítico zénite que a prumo se perfila
onde, derrotadas, as almas em silêncio ousam murmurar.

2 Comments:

Blogger moon between golden stars said...

Voltaste?...
Sê bemvindo...
Um abraço

11:05 p.m.  
Blogger Unknown said...

Isso é um micro-momento, porque com a força sublime que tens e digna de um verdadeiro guerreiro, rapidamente encontrarás o caminho mais curto do labirinto existente no campo de batalha. Assim o horizonte que antes pensavas ser longínquo, passa também a ser derrotado em conjunto com as vozes das almas que teimam persistir.

Hugzzz do Mano Kraak

6:25 p.m.  

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