Suave...
Na leveza da brisa, corre suavemente o sangue que alimenta a minha emoção,
no cadenciado bater de um coração,
no trémulo pulsar de uma ilusão,
no fulgor áureo de um olhar intenso,
em mim, sem mim, e por mim,
onde estou sendo ausência na permanência do amor.
Ah, suave ser que no estar se compraz!
Ah, suave andar que é tanto pairar como vogar!
Ah, onda que timidamente acaricias areais imensos de distâncias só imaginadas!
Suavemente me ligo à ténue luz que se escoa por entre o carregado céu,
e ternamente afago o audaz raio que teima ser fulgor em mim .
No suave instante em que me entrego ao ar rarefeito, respiro o sopro criador,
e desabo em chuva de emoção que inunda o rio que me vai no coração.
[A.D. 2.005.11.30- Paderne ABF]
Na leveza da brisa, corre suavemente o sangue que alimenta a minha emoção,
no cadenciado bater de um coração,
no trémulo pulsar de uma ilusão,
no fulgor áureo de um olhar intenso,
em mim, sem mim, e por mim,
onde estou sendo ausência na permanência do amor.
Ah, suave ser que no estar se compraz!
Ah, suave andar que é tanto pairar como vogar!
Ah, onda que timidamente acaricias areais imensos de distâncias só imaginadas!
Suavemente me ligo à ténue luz que se escoa por entre o carregado céu,
e ternamente afago o audaz raio que teima ser fulgor em mim .
No suave instante em que me entrego ao ar rarefeito, respiro o sopro criador,
e desabo em chuva de emoção que inunda o rio que me vai no coração.
[A.D. 2.005.11.30- Paderne ABF]

3 Comments:
Vaga de emoções e sensações... Que cresce e alaga o universo inteiro. Brisa que corre e passa pela pele, fazendo suar a alma... Em voos nocturnos de uma vigilância atenta. A presença atenta de um olhar renascido.
Um eterno romântico.
Pombalino
O último romântico
João do pombal
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