no limite do sentir-me vazio , cheio me encontro de contradição.
da outrora viçosa cepa pende a seca vontade de caminhar com o olhar posto na alegria do amanhã hoje visto.
as lágrimas que a alma lavam sulcam contínuas os rios que desaguam nos meus olhos
e inundam breves a face contrita que em vão procura ver-te.
derrotado deponho o elmo na poeira do sonho,
firmo o estandarte da solidão no chão de um corpo tombado,
faço o sinal da cruz na fronte gretada pela febre de esperar que o momento se desvaneça.
apeado de novo no Pégaso do meu sentir,
com determinação cruzo o espaço do teu abismo
e vitoriosamente volto a cravar o estandarte da vitória num corpo vivente
que é de novo paisagem de um sonho de amanhã.
[a caminho... A.D. 2005.11.06]
da outrora viçosa cepa pende a seca vontade de caminhar com o olhar posto na alegria do amanhã hoje visto.
as lágrimas que a alma lavam sulcam contínuas os rios que desaguam nos meus olhos
e inundam breves a face contrita que em vão procura ver-te.
derrotado deponho o elmo na poeira do sonho,
firmo o estandarte da solidão no chão de um corpo tombado,
faço o sinal da cruz na fronte gretada pela febre de esperar que o momento se desvaneça.
apeado de novo no Pégaso do meu sentir,
com determinação cruzo o espaço do teu abismo
e vitoriosamente volto a cravar o estandarte da vitória num corpo vivente
que é de novo paisagem de um sonho de amanhã.
[a caminho... A.D. 2005.11.06]

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