Ouçamos como respiram as ondas revoltas
e inebriemo-nos dos cheiros fortes que impregnam cada gotícula que voa levada pelo vento.
Deste mar que ambos vemos,
desta força que juntos sentimos,
fala-nos a impermanência das águas, ora enchentes, ora vazantes,
mas sempre marés, calemas ou sereno marulhar pausadamente ritmado.
Sintamos também o fluir da emoção
na proporção da distância que nos separa o coração.
Se da água fizermos presença,
a ausência diluir-se-á.
Toquemos então a superfície líquida
e nesse instante criemos um elo de união que resistirá para sempre à separação.
Na Galé ou na Foz, não importa o local,
aí viveremos na contemplação das auroras vivas que pontilham a estrada que ambos um dia percorremos.
e inebriemo-nos dos cheiros fortes que impregnam cada gotícula que voa levada pelo vento.
Deste mar que ambos vemos,
desta força que juntos sentimos,
fala-nos a impermanência das águas, ora enchentes, ora vazantes,
mas sempre marés, calemas ou sereno marulhar pausadamente ritmado.
Sintamos também o fluir da emoção
na proporção da distância que nos separa o coração.
Se da água fizermos presença,
a ausência diluir-se-á.
Toquemos então a superfície líquida
e nesse instante criemos um elo de união que resistirá para sempre à separação.
Na Galé ou na Foz, não importa o local,
aí viveremos na contemplação das auroras vivas que pontilham a estrada que ambos um dia percorremos.

1 Comments:
Na Galé, definitivamente... (espero que te tejas a referir ao alentejo)...
sem palavras... deixaste-me sem palavras!!!
Um abraço
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