A uma alma gentil não se pode pedir
que se verga à inequidade do egoísmo
e à maldade abjecta da falsidade do sentir.
Alma gentil que para mim pulsas,
leva-me até à fonte da tua força
e sacia a sede que tenho de tão fraco ser.
Guia-me na tua visão
e cura-me da cegueira de não querer ver.
Grita-me a tua vida
para que ouça como respiras
e aprenda a arfar sem desanimar.
Alma gentil que um dia brilhaste em mim,
deixa que o lume que acendeste se consuma de mansinho,
iluminando o caminho para ti.
[para o simão]
que se verga à inequidade do egoísmo
e à maldade abjecta da falsidade do sentir.
Alma gentil que para mim pulsas,
leva-me até à fonte da tua força
e sacia a sede que tenho de tão fraco ser.
Guia-me na tua visão
e cura-me da cegueira de não querer ver.
Grita-me a tua vida
para que ouça como respiras
e aprenda a arfar sem desanimar.
Alma gentil que um dia brilhaste em mim,
deixa que o lume que acendeste se consuma de mansinho,
iluminando o caminho para ti.
[para o simão]

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