Não ouves o som da invernia lá fora?
Não sentes o ulular da nortada no profundo de ti?
Não procuras as marcas da minha solidão,
Deixadas no chão para te guiar?
Não esperes mais,
Porque estás cego de ti próprio,
Pálida visão de humanidade.
Se não sentes tudo isto,
Não És!

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