segunda-feira, maio 22, 2006

Da vida da Palavra

proferida em silêncio, gritada na ausência
a Palavra vive na onda que pulsa e enche o vazio da letra inscrita em mim,
modelando o alfabeto de areia num poema sem fim.
vivificada no sal do som,
tem a força do sol redentor
sintaxe do zénite que o ocaso não quer esquecer.
no ponto em final cai o pano na mancha do grafismo lavrado na alma
e a Palavra vive na página molhada do sal de quem me lê.

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Quem te lê sente
a FORÇA , A CORAGEM
teu escudo invísivel,
sente o sal das tuas lágrimas...
em poemas de Amar!

(de A...mar!)

Um beijo grande,
Helena de Vasconcelos

Krefeld,7 de Junho 2006

8:38 a.m.  
Anonymous Anónimo said...

Quem te lê sente
a FORÇA , A CORAGEM
do teu escudo invísivel,
sente o sal das tuas lágrimas...
em poemas de Amar!

(de A...mar!)

Um beijo grande,
Helena de Vasconcelos

Krefeld,7 de Junho 2006

2:55 p.m.  

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