Pousado no fio suspenso no ar rarefeito de emoção líquida,
canta a alegria do renascer da vida em cada gota cintilante que o abala.
Olha e vê o que observa com minuciosa atenção,
fixando cada ponto no horizonte,
desenhando o mapa do seu voo descontraído.
parte em busca da geografia da saudade, aqui e alí semeada.
parte à procura da liberdade, aqui e ali ameaçada.
chega cantando e faz sensação.
dança em ramos e beirais e cria coreografias de emoção que extravazam a imaginação.
e quando sente o poente em si,
entoa a sinfonia que inflama o distante escurecer e o inunda de notas coloridas,
tingimentos que cintilam até que a aurora os reclame e se torne luz.
canta a alegria do renascer da vida em cada gota cintilante que o abala.
Olha e vê o que observa com minuciosa atenção,
fixando cada ponto no horizonte,
desenhando o mapa do seu voo descontraído.
parte em busca da geografia da saudade, aqui e alí semeada.
parte à procura da liberdade, aqui e ali ameaçada.
chega cantando e faz sensação.
dança em ramos e beirais e cria coreografias de emoção que extravazam a imaginação.
e quando sente o poente em si,
entoa a sinfonia que inflama o distante escurecer e o inunda de notas coloridas,
tingimentos que cintilam até que a aurora os reclame e se torne luz.

1 Comments:
Alegria triste...
triste Alegria...
de ter tanto AMOR
para ofertar
a quem não quer,
ou não sabe receber!
Um beijo grande,
Helena de Vasconcelos
(21-22 de MMarço 2006)
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