se um Anjo aqui passasse
ver-me-ia triste, perdido em mim,no emaranhado de emoção que me não deixa vê-lo passar!
Anjo que passas...
detém-te e acerca-te deste que não quer ver o sinal claro do poente,
despedida breve que renasce em nascente fulgurante.
na aurora renova-se o brilho luminoso que o rasto de mil Anjos deixa a raiar no limite do olhar.
Anjo que passas...
afinal vais ao meu lado, a trilhar o caminho que faço,
desviando a sombra que as pedras impõem ao meu andar.
andar é preciso...
ver-me-ia triste, perdido em mim,no emaranhado de emoção que me não deixa vê-lo passar!
Anjo que passas...
detém-te e acerca-te deste que não quer ver o sinal claro do poente,
despedida breve que renasce em nascente fulgurante.
na aurora renova-se o brilho luminoso que o rasto de mil Anjos deixa a raiar no limite do olhar.
Anjo que passas...
afinal vais ao meu lado, a trilhar o caminho que faço,
desviando a sombra que as pedras impõem ao meu andar.
andar é preciso...

2 Comments:
Ainda bem que há Anjos... E Gatos-Alados... De asas fortes, que afastam do caminho as poeiras da cegueira... E permitem vislumbrar um novo horizonte, para lá do olhar perdido.
Tristeza que alterna
com estados de Alegria...
Assim é a alma do Poeta
Assim continuas a caminhar
...a Amar!
Um beijo grande,
Helena de Vasconcelos
Krefeld,11 Maio 2006
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