domingo, julho 18, 2004

Ser na vida

Maré enchente,

Vertente escarpada

Aberta sobre o abismo.

Escalada do vazante

Calema e tempestade

Que me fustigam sem piedade.

Oriente intemporal

Por mim visitado em sonhos do real.

Barca alada,

Meu Anjo ancorado!

E no nascente

Quero voltar a ser maré...

Enchente

E inundar-te de mim.

(para o paulo)