sábado, julho 17, 2004

Suspenso do teu olhar

Paira um gesto inacabado

De anjo encarnado

Num corpo frágil de mortal!

 

Com esse corpo pesado,

Voas por esta vida...

Sereno e calmo....

 

Quiseste deixar as asas

Para um dia seres amado!

 

Ah, meu anjo de Fandinhães,

Evocas-me paragens longínquas

De céus azuis,

Sem ventos nem tempestades...

 

Anda, leva-me a voar contigo de novo,

Nos teus prados celestes.