Se um dia perguntares ao vento
nas paragens longínguas,
lá,
onde o Tudo e o Nada se contemplam
e souberes escutar bem
ouvirás no fundo do teu íntimo
uma voz toante gritar baixinho
todos os meus nomes,
toda a imensidão da minha paisagem da alma
e o grito abafado do meu desejo.
Aí,
nessa descoberta,
vogarás,
vagabundo e errante,
na planicie ondulada do meu ser
e lá construirás morada.
E então
dirás ao vento que passa:
Chega!, fico aqui,
assim...
nas paragens longínguas,
lá,
onde o Tudo e o Nada se contemplam
e souberes escutar bem
ouvirás no fundo do teu íntimo
uma voz toante gritar baixinho
todos os meus nomes,
toda a imensidão da minha paisagem da alma
e o grito abafado do meu desejo.
Aí,
nessa descoberta,
vogarás,
vagabundo e errante,
na planicie ondulada do meu ser
e lá construirás morada.
E então
dirás ao vento que passa:
Chega!, fico aqui,
assim...

1 Comments:
Apetece-me bifar isto, LOL.
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