falasse eu a linguagem das aves
e perder-me-ia...
em voos longínquos
para me encontar
em horizontes distantes.
Entendesse eu
o canto das árvores
o murmúrio das suas ramagens
e saberia a força das suas raízes
para me sentir desta terra.
Pudesse eu vogar,
ó mar,
na tua onda
e afogar-me-ia
no desejo de ser maré
para inundar a imensidão.
ah! como é bom não poder tudo!
e perder-me-ia...
em voos longínquos
para me encontar
em horizontes distantes.
Entendesse eu
o canto das árvores
o murmúrio das suas ramagens
e saberia a força das suas raízes
para me sentir desta terra.
Pudesse eu vogar,
ó mar,
na tua onda
e afogar-me-ia
no desejo de ser maré
para inundar a imensidão.
ah! como é bom não poder tudo!

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