Lubango: manhã de tempestade
A manhã ecoa o som do trovao forte
O ar sataurado entra nas narinas a custo.
A terra apara os golpes fortes das gotas de chuva.
As árvores tremem.
Um frémito espásmico percorre as ramagens.
A tempestade rebenta...
e tudo arrasta.
A chuvada parou...
A terra, contente,
impregna o ar com o seu cheiro intenso.
As narinas dilatam-se para o receberem,
alegres...
Os olhos abrem-se para verem o seu suor,
admirados...
Promessas ainda toscas nascem ao redor...
... o rasto da destruição...
ah Lubango, que saudade!
[para a minha mãe. com ela vivi esta experiência, no dia de inauguração da Casa Mãe, na Mapunda]
A manhã ecoa o som do trovao forte
O ar sataurado entra nas narinas a custo.
A terra apara os golpes fortes das gotas de chuva.
As árvores tremem.
Um frémito espásmico percorre as ramagens.
A tempestade rebenta...
e tudo arrasta.
A chuvada parou...
A terra, contente,
impregna o ar com o seu cheiro intenso.
As narinas dilatam-se para o receberem,
alegres...
Os olhos abrem-se para verem o seu suor,
admirados...
Promessas ainda toscas nascem ao redor...
... o rasto da destruição...
ah Lubango, que saudade!
[para a minha mãe. com ela vivi esta experiência, no dia de inauguração da Casa Mãe, na Mapunda]

1 Comments:
Boa :) Uma homenagem à Mãe tb. Gostei, hehe.
Hugzzz
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