quarta-feira, março 31, 2004

Na manhã do mundo, acordo diferente.
Obliquamente me desfaço na poeira do nascente.
Voo paralelamente ao meu ser antevisto.
Sonho fugazmente em ser diferente.
Subitamente, lanço-me no infinito.
Viagem na imensidão do eu.
Paragem no tempo.
E obliquamente me desfaço na poeira do poente.