Quando a aurora raiou
nos montes longínquos o amanhecer cantou em mil tonalidades de luz,
inscritas na pauta do meu corpo, vibrante sinfonia de alegre movimento,
cascata marulhante de frescas memórias impregnadas de velhos sabores e odores .
a cada nota de luz se acende em mim o sol do teu desejo,
quasar distante que irradia a magia da curvatura do corpo em ponto de fusão com o zénite do sentimento que sou eu.
e quando a aurora raiou, o dia explodiu em ti mim e aconteceu, assim, simplesmente.
nos montes longínquos o amanhecer cantou em mil tonalidades de luz,
inscritas na pauta do meu corpo, vibrante sinfonia de alegre movimento,
cascata marulhante de frescas memórias impregnadas de velhos sabores e odores .
a cada nota de luz se acende em mim o sol do teu desejo,
quasar distante que irradia a magia da curvatura do corpo em ponto de fusão com o zénite do sentimento que sou eu.
e quando a aurora raiou, o dia explodiu em ti mim e aconteceu, assim, simplesmente.

4 Comments:
Que o amor breve
não seja efémero...
Belo enquante dure
na aurota de um beijo
que tem fim anunciado!
Um beijo, Helena de Vasconcelos
Que o amor breve
não seja efémero...
Belo enquante dure
na aurota de um beijo
que tem um fim anunciado!
Um beijo grande,
Helena de Vasconcelos
(16 de Jan. 2006)
Só para deixar um abraço!
Simplesmente deixas entrar aquilo que não queres que saia mais. Não te despertes e com a ajuda da claridade do dia, distingue a penumbra dos vossos olhos :)
Hugzz
Enviar um comentário
<< Home