segunda-feira, janeiro 16, 2006

Quando a aurora raiou
nos montes longínquos o amanhecer cantou em mil tonalidades de luz,
inscritas na pauta do meu corpo, vibrante sinfonia de alegre movimento,
cascata marulhante de frescas memórias impregnadas de velhos sabores e odores .
a cada nota de luz se acende em mim o sol do teu desejo,
quasar distante que irradia a magia da curvatura do corpo em ponto de fusão com o zénite do sentimento que sou eu.
e quando a aurora raiou, o dia explodiu em ti mim e aconteceu, assim, simplesmente.

4 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Que o amor breve
não seja efémero...
Belo enquante dure
na aurota de um beijo
que tem fim anunciado!

Um beijo, Helena de Vasconcelos

11:39 a.m.  
Anonymous Anónimo said...

Que o amor breve
não seja efémero...
Belo enquante dure
na aurota de um beijo
que tem um fim anunciado!

Um beijo grande,
Helena de Vasconcelos

(16 de Jan. 2006)

11:04 p.m.  
Blogger moon between golden stars said...

Só para deixar um abraço!

10:40 p.m.  
Blogger Unknown said...

Simplesmente deixas entrar aquilo que não queres que saia mais. Não te despertes e com a ajuda da claridade do dia, distingue a penumbra dos vossos olhos :)

Hugzz

4:22 p.m.  

Enviar um comentário

<< Home