terça-feira, janeiro 10, 2006

Qual corrente caudalosa,
em feérica tempestade forjada,
a vontade indómita me propele a galgar o vale deste rio
em cujas margens pressinto o cintilante anseio
de tragar perdidamente o ar feito Desejo.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Amar...
Desejar...
o príncipio era o verbo,
no fim apenas o Desejo permanece !

Um beijo, Helena de vasconcelos

10:51 a.m.  

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