segunda-feira, janeiro 02, 2006

No Comboio...

na enxurrada de emoções me deixo levar numa carruagem de despedida feita
no limite da impossibilidade, no agora desconhecido conhecido,
qual equilibrista bamboleio no fio da navalha em que o sentimento se tornou
e a a atracção pelo abismo reclamou o salto mortal do coração
que no espaço se lança sem rede nem convicção.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

No comboio da vida ...temos muitas paragens ... no encontro e desencontro ... a esperança de encontrar outro alguém que não seja mais uma miragem ...

Um beijo , Helena de Vasconcelos

2:13 p.m.  

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