Um céu de prata...
um raio azul cruza-o
rasgando a noite reluzente.
Um céu de prata dourada
incendiado subitamente...
Chuva que não cai,
brasa que queima.
Outro raio invade a imensidão escura,
devolvendo-lhe a luz brilhante de lua ferida...
um silêncio instala-se,
pesadamente se abate sobre o horizonte
calando o eco do lamento da paisagem
ferida...
de morte.

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