quinta-feira, setembro 23, 2004

Vivo na irrealidade de te ter em mim.


Perco-me de mim em ti,


feito areia da planície marítima de prantos criada


e que agora desfaço


na recordação de te ter.


Aqui e ali


flashes de ti surgem recortados no horizonte anil.


Lá vivo a realidade de mim em ti,


sem te ter.